4 de junho de 2010

A quem destina-se a semente e pra quê?

Porque há necessidade de se fazer perguntas a todas interrogações
Há um obvio que me diz que as razões estar na existencia de respostas não conclusivas
Talvez pelo fato de que o finito estar bem mais proxímo que o infinito
As lágrimas insistem ás vezes a cruzarem meus caminhos
É melodico mais chega ser real
O destino da semente
Logo ela que faz de tudo
E por nada se é percebido
E quando se diz morta estar
Ela rompe a terra trazendo á tona a essencia da vida
Mesmo por entre os arbustos pedregais ou espinhos
Solo fertil porém exausto pela ignorância dos mortais
Semente morre semente vira vida sementada
A vida
A poesia
A semente
Sabes que sou fruto da existencia tua
E mesmo agora quando aqui não estais
Em cada sonho de esperança
Em cada gesto de amor
Ou até mesmo no surgir de uma flôr
A semente outrora vivida morta
Agora ressurgi a luz da aurora
Perolas pétalas da esperança
Com maestria a natureza sabe que sou fruto da existencia tua
Sou a nova semente
Fruto do resultado da morte da semente tua
Porem nunca serei maior que tu
Estatura não me diz nada
És a mais pequenina das semente
E eu sou o maior dos teus frutos!
Quem dera todos te conhecessem semente do amor
Embora sei onde estás me rasgo na saudade porém na felicidade
Dos que agora me vêem sou o fruto da semente
que daqui se foi pro jardim de um ÚNICO DEUS
o maior dos JARDINEIROS
que a ti me levará outra vez
Até lá SEMENTE! 

          Aos heróis que não cabem nos best-sellers,nem nas bilheterias,nem nas grandes maravilhas do mundo,por isso se foram;"Antonio e Olga" (in memorian)

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